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| Belém vista da Baia do Guajará |
sábado, 30 de novembro de 2019
O QUE É A REALIDADE?!
sábado, 4 de maio de 2019
A REALIDADE NÃO É CARTESIANA
domingo, 1 de julho de 2018
Aforismos sobre a verdade e sua identidade com a realidade
A realidade é um sistema em permanente criação
quinta-feira, 5 de abril de 2018
A CERTEZA OBJETIVA ORIUNDA DA REALIDADE CONCRETA
A modernidade é a busca por novidades a qualquer custo, mesmo ao custo do bom gosto e do bom senso, e, por vezes, ao custo da própria sobrevivência da cultura ocidental.
A CERTEZA OBJETIVA ORIUNDA DA REALIDADE CONCRETA.
Afinal, somos seres concretos e objetivos, não podemos ser reduzidos ao pensamento, sob pena de apresentarmos sintomas esquizoides.
RAZÕES, LINGUAGEM, POLÍTICA E EDUCAÇÃO
quarta-feira, 19 de julho de 2017
EXPERIÊNCIA É A REALIDADE DE AMBAS AS PRESENÇAS, HUMANA E DIVINA
sexta-feira, 16 de junho de 2017
DIMENSÕES HISTÓRICO-PRÁTICAS DA INVESTIGAÇÃO NATURAL
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| A verdade é nosso primeiro amor, e dela termos experiência tão logo formulamos o princípio da não-contradição. |
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| Carlos Augusto Casanova Guerra |
[...] A verdade é nosso primeiro amor, e dela temos experiência tão logo formulamos o princípio da não-contradição. Então, retrospectivamente, podemos dar-nos conta de que o que sempre amamos era o que já descobrimos. Feitas todas essas correções, diria que MacIntyre tem razão, que a ciência é um empreendimento prático e institucional (p. 144).
[... ]é necessário um grande desapego às próprias teorias dos demais para aceitar os resultados dos experimentos e fazer as observações com a amplitude que requerem as descobertas importantes. O cientista deve ter os olhos livres de vaidade e inveja, de más paixões e interesses baixos.
[...] Nada retardará mais a decisão que deveria levar a uma reforma bem sucedida na teoria física que a vaidade que torna o físico demasiado indulgente cm seu próprio sistema e demasiado severo para com o de outrem (p. 145-6)
sua postulação do começo temporal do mundo, da liberdade e transcendência de Deus e do ato criador, deixou aberta a possibilidade de uma investigação astronômica que rompesse na Cristandade latina com a astronomia teológica averroísta (p. 147).
segunda-feira, 19 de dezembro de 2016
WOLFGANG SMITH: A TEORIA ECOLÓGICA DA PERCEPÇÃO VISUAL DE GIBSON
“Ora, ocorre que, mesmo de um ponto de vista estritamente científico, a concepção reducionista do observador acaba enfim por ser indefensável.
Tomemos o caso da percepção visual: mantendo-se de acordo com a opinião predominante, Hawking supõe que a visão se reduz a uma função do cérebro. Ele nos conta, por exemplo, que o cérebro humano ‘lê uma gama bidimensional de dados vindos da retina e cria a partir deles, a impressão de um espaço tridimensional’. Esse preceito, porém, já foi desafiado criticamente por um cientista empírico chamado James Gibson, com base em descobertas experimentais coletadas por meio do que, talvez até hoje, foi a pesquisa mais exaustiva acerca da natureza da percepção visual.
O que os experimentos de Gibson trouxeram à luz foi o fato decisivo de que a percepção não se baseia em uma imagem retiniana (como haviam quase todos presumido), e sim em informações dadas no arranjo ótico ambiente, que especifica, entre outras coisas, a estrutura tridimensional do ambiente.
Parece que nosso sistema visual não foi projetado simplesmente para receber imagens retinianas,mas para vasculhar esse arranjo ótico ambiente e extrair dele aquilo que Gibson chama de invariantes. São essas invariantes que, em verdade, são percebidas, o que significa que o percepto não é construído, e sim objetivamente real; não está meramente “dentro da mente”, mas fora dela, como a humanidade, com efeito, sempre supusera. Isso quer dizer que o que é percebido não é uma imagem visual, seja retiniana, cortical ou mental, e que a chamada terceira dimensão, em particular, não é diferente das outras duas; ela não precisa ser construída - por meio de um processo que ninguém, mesmo remotamente, jamais foi capaz de conceber - , mas, com efeito, é percebida diretamente, assim como todas as invariantes.
Embora amplamente discutido e jamais refutado, [...] as descobertas empíricas de Gibson bastam para invalidar a concepção reducionista do observador humano, sobre a qual a noção de realismo modelo-dependente se baseia.”
SMITH, Wolfgang. Ciência e mito: com uma resposta a O Grande Projeto, de Stephen Hawking. Tradução Pedro Cava. 1.ed. CEDET: Campinas, 2014, p. 226-7.
domingo, 3 de julho de 2016
MÁRIO FERREIRA DOS SANTOS - A REALIDADE DOS VALORES
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| Mário Ferreira dos Santos |
antepõe-se sempre um valor negativo,
que lhe corresponde.
Só os valôres podem ser bons ou maus.
Um pensamento não é bom nem mau.
E quando se diz isso em linguagem comum,
faz-se em sentido translatício,
porque ser bom
ou ser mau
cabe só aos valôres.

















