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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

NOSSAS FORÇAS ARMADAS SÃO COMO UM LEÃO SEM JUBA



A proclamação da independência do Brasil gerou uma guerra entre as forças imperiais e as forças leais a Portugal, o período da regência enfrentou uma série de guerras civis por dez anos no Brasil, de Norte a Sul.


Tivemos um guerra em nossas fronteiras durante o ápice do Poder do 2º Reinado Imperial. A proclamação da República gerou conflitos internos até o estabelecimento do Estado Novo, este teve que lutar contra as intentonas integralista e comunista e na sequência participamos da segunda guerra mundial... 

Então foi dado o contragolpe de 1964, e o máximo que nossos soldados e Generais tiveram que fazer foi esmagar um grupo irrelevante do ponto de vista militar, e, desde então, as forças armadas envelheceram e se acomodaram na paz e quietude do serviço público e perderam o verniz que se adquire na experiência de combate oriunda dos grandes conflitos, apequenaram-se na rotina da repartição em que se tornou o quartel, sujeitando-se à perda fisiológica de testosterona típica do leão derrotado, sem juba, sem harém, sem força, sem vontade de lutar.

Nosso exército democrático parece aquele descrito por Tocqueville, uma coleção de velhos decrépitos e temerosos, acomodados em suas patentes que tantos anos e esforços custaram na mansidão da paz... mas, nós sabemos qual é o destino de quem é muito manso...

Werner Nabiça Coêlho - 30.01.2017